Um garoto, de 11 anos, tem exatas três semanas para encontrar um doador de medula óssea compatível que possa lhe salvar a vida. Passado este prazo, ele não terá mais condições de saúde para receber um transplante, e a cura de sua síndrome não será mais possível.
Nascido na Califórnia, o menino se mudou com os pais para o Brasil há seis anos.
Nos últimos 20 dias, a rotina do garoto é de visitas todos os dias ao hospital Albert Einstein, em São Paulo, para sessões de quimioterapia que têm unicamente a função de mantê-lo vivo até o possível transplante.
— Nós temos duas escolhas: ou entramos em desespero e choramos o dia inteiro, pelo medo de que nosso filho morra, ou focamos no milagre e fazemos tudo para que ele aconteça. Hoje, especificamente, é um dia em que estou me sentindo bem perdido. Disse o pai do garoto.
Na luta para encontrar um doador compatível, os pais pedem que voluntários busquem os centros especializados e façam o cadastro. Em São Paulo, cidade em que a família reside, as doações são centralizadas na Santa Casa, e é possível, inclusive, adiantar o processo fazendo um registro online no site do hospital.
— Não se trata apenas de salvar nosso filho, mas sim de salvar um monte de vidas.